Elena veio da Espanha. Lucas foi para Alemanha

ELENA PULITO

Idade: 23 anos
Cidade e país de origem:  Santander, Espanha
Começou o intercâmbio em: fevereiro de 2016
Data de retorno ao seu país: julho de 2016
Curso que faz na universidade de origem: Engenharia Civil, Universidad de Cantabria
Curso que faz na FAAP:  Engenharia Civil

1. Como o intercâmbio agrega profissionalmente?
A faculdade na Espanha é muito técnica, se aprende mais sobre estruturas. Mas eu tinha vontade de estudar e aprender sobre a área de sustentabilidade. Como o curso da FAAP é forte nisso, aprendi muito sobre aproveitamento de energia e práticas sustentáveis. Pude, inclusive, desenvolver meu TCC aqui, um projeto de análise de poluição da Praia do Perequê, no Guarujá.

2. Qual dica você daria sobre o destino que escolheu?
O Brasil é um país multicultural, então aproveitei todos os feriados para viajar e conhecê-lo a fundo. Fui a Floripa, Rio de Janeiro, Salvador, Foz do Iguaçu e quero conhecer mais do Nordeste. Muitas pessoas que moram em São Paulo não conhecem as cidades maravilhosas que têm no resto do país. Então minha dica é: descubra o seu país antes de viajar para fora.

3. O que mais surpreendeu você no intercâmbio?
Vim com uma visão muito superficial sobre o país, só pensava que teria de me preocupar com a violência. Hoje percebi que existe, sim, a desigualdade social, que gera a violência, mas também vi como o brasileiro vive bem e como as pessoas são próximas e solidárias umas com as outras. Fiz amizade com uma brasileira e vivenciei de perto como é o dia a dia, as relações familiares e até as refeições. Só na Espanha se janta às 23 horas. Aqui tudo é bem mais cedo.

LUCAS ZANTUT

Lucas em uma das suas viagens pela Europa, em frente à prefeitura de Estocolmo, na Suécia

Idade: 20 anos
Cidade e país de destino: Hannover, Alemanha
Começou o intercâmbio em: março de 2016
Data de retorno ao seu país: julho de 2016
Curso que faz na FAAP: Relações Internacionais
Curso que fez no intercâmbio: Relações Internacionais, Leibniz Universität Hannover

1. Como o intercâmbio agrega profissionalmente?
Para um internacionalista, fazer um intercâmbio na Alemanha no atual momento sociopolítico que a Europa vive é demais. O país recebe muitos refugiados, principalmente sírios e turcos, e você pode ver os dois lados da história. Hannover acolhe muito bem os estrangeiros, pude aprender um pouco sobre como lidar com essa questão, lendo sobre as opiniões nos jornais, na faculdade, e vivendo o dia a dia. Hoje tenho uma visão muito mais aprofundada da situação e vou usar isso profissionalmente, com certeza.

2. Qual dica você daria sobre o destino que escolheu?
Hannover é uma cidade pequena, mas muito antiga, então tem uma cultura rica, com museus e parques. Também vale uma visita à prefeitura, que tem uma vista incrível da cidade. E também ao Herrenhäuser Garten, um daqueles jardins clássicos europeus, onde há queima de fogos várias vezes ao longo do ano.

3. O que mais surpreendeu você no intercâmbio?
Me surpreendi com a receptividade dos alemães com estrangeiros, algo muito forte na cidade em que morei. Na universidade, são mais de 3 mil alunos intercambistas e, uma vez por semana, tinham diferentes tipos de eventos de integração, como tour de bicicletas, viagens a cidades próximas e até jantares às cegas para nos conhecermos melhor.

Programa de Intercâmbio


A FAAP tem convênio com mais de 380 instituições de ensino pelo mundo. São 50 destinos, entre eles: Alemanha, França, EUA, China e Japão. A cada ano, a Fundação envia e recebe alunos interessados em ter experiência de aprendizado internacional.
Saiba mais: faap.br/internacionalizacao