O jornalista Juca Kfouri embarca para o décimo mundial de sua carreira

Ícone do jornalismo esportivo, desde 1982 Juca Kfouri acompanha de perto todas as edições da Copa do Mundo. Neste ano, de 14 de junho a 15 de julho, a história se repete, dessa vez na Rússia, onde a Seleção Brasileira busca o hexacampeonato.

No fim do ano passado, Juca, comentarista da rádio CBN e dos canais ESPN, lançou Confesso que perdi, livro de memórias em que faz no título um trocadilho com a autobiografia Confesso que vivi, de Pablo Neruda. Na obra, ele relembra os principais momentos de sua carreira. Em uma palestra no ciclo Encontros de Comunicação na FAAP, Juca Kfouri falou sobre o favoritismo do Brasil às vésperas da Copa e deu conselhos para alunos e futuros jornalistas que um dia estarão calçando suas “chuteiras”.

Qual sua expectativa para a Copa da Rússia 2018? Essa Copa terá ótimo nível técnico em função das presenças das seleções da Alemanha, França, Espanha, Brasil, Argentina e Bélgica, minhas seis favoritas, nesta ordem.

Quais livros te influenciaram para escrever Confesso que perdi? Roubei o título do Pablo Neruda 
e a ideia do Darcy Ribeiro, que dizia se orgulhar das derrotas e 
que teria vergonha de estar ao lado dos vitoriosos.

Quais conselhos você daria para um jovem estudante de jornalismo que está prestes a entrar no mercado? A não negociar jamais uma questão de princípio e manter sempre a espinha dorsal ereta.