Aluna de Rádio e TV, Maria Rebesco pegou gosto pelo cinema em casa e lista aqui suas principais influências culturais

“Escolher cursar Rádio e TV foi um processo natural”, conta Maria Rebesco, aluna do sétimo semestre. Ela diz isso porque seu pai, Antonio Carlos Rebesco, é diretor de TV, com passagens pela Globo e pela TV Cultura, e participou, ao lado de outros profissionais, da criação do curso da FAAP no final dos anos 70. “Cresci seguindo as dicas culturais dele.” Hoje, aos 21 anos, ela também troca indicações com o pai.

1. SONHOS INTERPRETADOS

O filme A origem mudou completamente minha perspectiva sobre os sonhos. Depois de assisti-lo, me interessei por Freud e a psicanálise, e procurei ler obras do autor sobre o assunto.


www.netflix.com

2. NOVA FORMA

Entre uma das minhas pesquisas para a matéria de Estética, descobri o Instagram do Nick Gentry, um artista britânico que reutiliza disquetes, rolos de filme, entre outros materiais que iriam para o lixo. Trabalho muito interessante.

@nickgentryart

3. DE PAI PARA FILHA

Logo cedo meu pai me deu de presente o livro A televisão levada a sério, do Arlindo Machado, indispensável para quem quer trabalhar com audiovisual. O autor analisa o conteúdo televisivo brasileiro e compara nossas produções com as internacionais.

A Televisão Levada a Sério, Arlindo Machado, Ed. Senac, São Paulo

4. HISTÓRICO

Nasci em Portugal e tenho família no Rio de Janeiro. Lembro a primeira vez que fui ao Museu Imperial de Petrópolis. Era pequena e me apaixonei. Ele tem jardins maravilhosos.


www.museuimperial.gov.br

5. OVERDOSE DIGITAL

Conheci a série Black Mirror através de uma avaliação para a matéria de Crítica em Comunicação, no 6o semestre. A trama aponta um mundo distópico com as possíveis consequências do exagerado uso das tecnologias.

www.netflix.com