O mundo mudou, ou melhor, está mudando. As mudanças tecnológicas estão cada vez mais rápidas e fica difícil acompanhar a troca de smartphones ou a evolução dos milhares de tipos de aplicações que surgem diariamente, oferecendo a nós infinitas facilidades para tarefas rotineiras. Esses avanços tecnológicos também estão impactando a maneira como encaramos a educação e isso serve de alerta para que nós, professores, comecemos a buscar alternativas de uso dos mais diversos aparatos em nossas aulas como mediadores no processo de ensino e aprendizagem.

Essa mudança na educação começa a ser debatida como Educação 4.0 e é tema da matéria publicada recentemente pelo Terra, escrita por Karen Andrade, consultora em tecnologia educacional da Planneta e pós-graduanda em Educação e Tecnologia pela Universidade Federal de São Carlos – UFSCar.

Há 10 anos era necessário ocupar parte do tempo do ensino para ensinar o funcionamento dos mecanismos tecnológicos. Hoje, porém, grande parte dos alunos já está completamente imerso nas mais diversas formas tecnológicas de solução de problemas, seja através das temidas planilhas eletrônicas ou simplesmente de um aplicativo. E há ganhos significativos nisso!

Novos conceitos como IoT (Internet of Things), Big Date ou Machine Learning, que a princípio parecem expressões especificas de uma única área do conhecimento (as exatas), vêm sendo inseridos no mercado e aquecem a discussão de uma nova forma para a educação, em que a participação do aluno na criação, pesquisa, colaboração e compartilhamento de ideias seja cada vez mais incentivada em salas de aula, e assim o uso da tecnologia possa ser plenamente realizado.

Aplicar novas tecnologias para a educação não pode ser encarada como uma equação diferencial linear de segunda ordem, mas como um meio pelo qual o aluno é instigado a desenvolver soluções para problemas que compreendem não só o espectro da sala de aula, mas o mundo e a sociedade a sua volta.

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