Fazer com que os alunos se concentrem e participem mais das discussões promovidas em sala de aula tem se mostrado um grande desafio, principalmente com as notificações que aparecem a todo momento nas telas dos celulares que ficam sobre as carteiras. Retirar os celulares dos alunos não precisa ser a alternativa adotada pelo professor, pelo contrário, o aparelho pode ser um aliado para dinamizar as aulas, para a busca rápida de conteúdo e para a aplicação de questionários e atividades on-line.

Uma forma de contribuir para um maior envolvimento dos alunos em sala é repensar o formato tradicional e a disposição das carteiras. Os formatos de “U”, “meia lua” ou grupos são estratégias simples e que costumam ser eficazes tanto para o aluno se sentir mais confortável para falar perante os outros, quanto para intervir quando ele usar o celular mesmo quando não foi solicitado para a atividade. Esses formatos dão visibilidade aos alunos e intensificam a integração entre todos.

De acordo com a consultora pedagógica Célia Senna, a chamada “pedagogia da nuca”, que dispõe os alunos em fileiras olhando para a nuca do colega da frente, é uma das responsáveis pelo grau de dispersão da turma,  que se mostra cada vez mais presente em tempos de smartphones e smartwatches.

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