A forma de ensinar vem, cada dia mais, sendo influenciada pelas TICs – Tecnologias de Informação e Comunicação. É o que ressalta a matéria publicada recentemente pelo Gazeta do Povo, escrita por Carlos Longo, PhD, Diretor da ABED e Pró-Reitor Acadêmico da Universidade Positivo.

A proposta desta metodologia é proporcionar uma experiência para o aluno, em que ele pode ter acesso a diferentes conteúdos através de softwares de inteligência artificial como, por exemplo, a IBM/Whatson. Com o avanço da tecnologia, as Instituições de Ensino Superior terão que se adaptar à ferramentas como a conhecida Realidade Aumentada e a Realidade Virtual para providenciar uma experiência mais inovadora. Mais do que isso, cada vez mais vemos as instituições buscando e investindo em ensinos e metodologias mais centradas no aluno, em ferramentas que podem proporcionar um ensino prático e que faça parte de seu dia a dia.

Com atividades voltadas para a utilização da Realidade Aumentada, diferentes cursos poderão criar simulados em que o aluno poderá visualizar o seu projeto a fim de propor diferentes soluções para os problemas oferecidos. Desta forma, a metodologia conhecida como PBL – Problem Based Learning – é apenas um dos exemplos em que a Realidade Aumentada serviria de instrumento.

Com isso, é necessário também refletir sobre a capacitação dos Professores à tecnologia destes softwares, para que o corpo docente das instituições tenha um maior conhecimento sobre o IoT – Internet Of Things e assim compreenda as possibilidades destes softwares. Tais ferramentas oferecem a oportunidade de poder preparar a aula com maior antecedência, além do desenvolvimento de habilidades interpessoais para o aluno como, por exemplo, autoconhecimento e ética. No entanto, não podemos desqualificar e ignorar completamente as metodologias já conhecidas e utilizadas. O avanço parece inevitável, mas é preciso refletir sobre sua utilização, de acordo com os objetivos do curso, área, aluno e professor.

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