Longe de ser um conteúdo futurístico e dos filmes de ficção-científica, a inteligência artificial (IA) tem dominado cada vez mais espaço no mundo contemporâneo. Ao acessar um aplicativo bancário ou até mesmo ao escolher uma playlist de música nos deparamos com diferentes usos da IA.

No campo educacional, esta também é uma realidade. Diversas universidades ao redor do mundo têm apostado na inteligência artificial tanto para formatação quanto para distribuição do conteúdo de aprendizagem que é produzido.

A Universidade College London, no Reino Unido, por exemplo, utiliza-se da IA para melhorar o aprendizado da matemática a partir de uma tutoria virtual adaptada a cada aluno, com base na análise de milhares de horas de aulas prévias.

Norton Moreira, CEO da DTCOM, afirma que o excesso de informação e conteúdos disponíveis na internet podem provocar dificuldades para a aprendizagem. Nesse sentido, “prover conteúdo que suporte a formação individual de cidadãos passa a ser o desafio da vez”. Segundo o especialista, a grande valia da IA na educação consiste em “agregar elementos que tornem a experiência de ensinar e de aprender muito mais imersiva e personalizada, proporcionando outro tipo de relação com o conteúdo e possibilitando uma abertura para se explorar um tema de forma totalmente interativa”.

Assim, em contraste às metodologias massificadoras de ensino, parece que a personificação continuará sendo o foco e o desafio da educação na pós-modernidade.

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