A cidade de São Paulo tem testemunhado recentemente a chegada de novas escolas de origens tanto nacionais quanto internacionais que promovem modelos inovadores para o ensino fundamental e médio. As operações escolares da Avenues, Concept e Red House anunciam um novo dinamismo do setor para os próximos anos, que deverá impactar diretamente os modelos tradicionais altamente estabelecidos na região paulistana. As marcas recém-chegadas pensam a inovação em termos do conteúdo pedagógico, da concepção do espaço físico, focam a formação dos estudantes para a solução de problemas globais e o desenvolvimento de suas competências digitais.

Uma vez que os veículos de comunicação vêm noticiando o crescente interesse por estas propostas, é preciso confrontar este movimento às especificidades do contexto educacional brasileiro. Embora se espere que os alunos oriundos das novas escolas sejam absorvidos pelo mercado global em função de sua formação inovadora, deve-se também considerar o potencial de adaptação do sistema local às novas demandas: nosso sistema de vestibular, a adequação dos alunos às exigências das Instituições de Ensino Superior brasileiras e o papel docente neste ambiente mais diversificado.

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