Apesar de a educação a distância ter sido absorvida no processo do Ensino Superior, podendo eventualmente passar a integrar o sistema do Ensino Médio, quem definitivamente sentiu o impacto desses novos tempos foram as escolas de idiomas.

Foi-se o tempo em que, para aprender algo, o aluno precisava se matricular em uma instituição de ensino, se deslocar com uma periodicidade definida, fazer exercícios de um livro didático para, ao final de um processo moroso, ganhar um certificado. Na era digital, não foram só as distâncias físicas que se encurtaram, mas sim todo aspecto normativo tradicional da educação.

Ao acessar um dos maiores serviços de vídeo do mundo (já consolidado como segundo maior buscador da web), com poucas tecladas o aluno consegue começar a aprender novas línguas – isso quando o processo não é sistematizado e facilitado por aplicativos que, por sua vez, são uma reinvenção da tão intensa digitalização da vida do indivíduo pós-moderno. Não é só custo, não é só tempo, não só autonomia, é uma junção destas e outros elementos pessoais que fazem o jovem millennial querer ter mais e mais controle na sua formação – e a internet veio pra ajudar nisso.

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