Nicolas veio da suíça. Giovanna foi para os EUA

NICOLAS LIEHHARD
Idade: 23 anos
País de origem: Suíça
Início do intercâmbio: fevereiro de 2018
Final do intercâmbio: junho de 2018
Curso que fez na universidade de origem: Faculty of Law – University of Fribourg
Curso na FAAP: Direito

Por que você escolheu esse destino? Minha mãe é brasileira, mas nós nunca falamos português em casa. Eu já estive no Brasil antes, para visitar a família, e gostaria de aprender melhor a língua. Sou de Lausanne, uma cidade na Suíça onde se fala francês, então foi mais fácil aprender, já que os idiomas são parecidos. O intercâmbio me ajudou a perder o sotaque.

O que mais te chamou a atenção na cultura local? Fiquei encantado como o brasileiro recebe bem quem é de fora. E o lado acadêmico é diferente da Suíça, onde as universidades são todas públicas e as salas de aula têm geralmente 300 alunos. Na FAAP, com menos estudantes por sala, tive um ensino mais próximo do professor, com oportunidade de aprender muito mais. O ponto negativo da cultura foi descobrir como as pessoas perdem tempo com artificialidades, como o culto à beleza e ao corpo.

Você indicaria o intercâmbio aos seus colegas de faculdade? Por quê? Essa é minha primeira experiência e eu recomendaria para qualquer pessoa. Descobri uma série de coisas sobre mim, como a capacidade de adaptação a novas culturas e hábitos. Fora que, na parte acadêmica, te traz uma perspectiva completamente diferente. Principalmente nas aulas de Direito Internacional. Foi legal ver as situações pelos olhos dos brasileiros.

Giovanna conheceu a Baía de São Francisco e a ponte Golden Gate, durante o intercâmbio

GIOVANNA ALBUQUERQUE
Idade: 21 anos
País de destino: Estados Unidos
Início do intercâmbio: janeiro de 2018
Final do intercâmbio: maio de 2018
Curso que fez no intercâmbio: Direito – Dominican University of California
Curso na FAAP: Direito

Por que você escolheu esse destino? Visitei a Califórnia quando era mais nova e fiquei apaixonada pelos lugares que conheci, pela energia das pessoas e pela rotina que elas levavam. É um local onde as pessoas têm a cabeça mais aberta em relação aos outros estados dos Estados Unidos, muitas vezes lembrando a mentalidade dos brasileiros. Por isso, quando decidi fazer o intercâmbio, a Califórnia era minha primeira escolha.

O que mais te chamou a atenção na cultura local? A cultura americana é muito parecida com a do Brasil. Mas me surpreendeu a forma “fria” deles de se relacionar com as pessoas. Isso me deixava um pouco frustrada no começo, mas depois percebi que é algo normal para eles.

Você indicaria o intercâmbio aos seus colegas de faculdade? Por quê? Eu recomendaria com certeza! Na faculdade, pude exercitar o meu inglês, tendo aulas na língua nativa, o que enriqueceu ainda mais o meu vocabulário. Também tive a oportunidade de conhecer gente de todo o mundo e todas as idades, essas trocas de experiência são muito importantes. Além disso, saí da minha zona de conforto e aprendi a ser mais determinada, ter foco e traçar planos.