Com uma academia moderna no campus, competições percorrendo o mundo, patrocínio de atletas e um time de golfe, a FAAP entra em 2016 se firmando como uma grande incentivadora do esporte no dia a dia universitário

Para a FAAP, o esporte deve ser uma ferramenta fundamental na formação de seus estudantes. Assim como há um superinvestimento em educação e conteúdo, existe a preocupação em promover saúde, bem-estar e qualidade de vida para todos os que passam pelos seus campi, sejam alunos, ex-alunos, professores ou funcionários. Em São Paulo, exemplos disso são a implementação da academia dentro do campus e a organização do Eco Adventure – evento de corrida de aventura que apresentou a modalidade ao ex-aluno Marco Rossini, hoje atleta profissional. “É incrível a faculdade utilizar o esporte como forma de interação social e como desenvolvimento de aspectos presentes no meio corporativo, como trabalho em equipe e logística”, diz Marco. Em Ribeirão Preto, o Colégio FAAP também estimula a formação de novas gerações de esportistas em seus campeonatos e patrocina um time de vôlei da cidade. Além disso, a Fundação apoia o projeto dos alunos quando o assunto é esporte. Foi o que aconteceu com Pedro Costa Lima. A sua paixão pelo golfe fez a instituição criar e patrocinar o FAAP Golf Team. Descubra essa e outras histórias sobre a vida esportiva na FAAP.

ACADEMIA FAAP: PRATICIDADE E MODERNIDADE

Para possibilitar uma rotina esportiva para seus alunos dentro do campus, a Fundação inaugurou a Academia FAAP em novembro de 1999. “O compromisso com a excelência em infraestrutura e o atendimento foram as diretrizes desse projeto”, diz Adriana Ozzetti, gestora da academia. Suas instalações incluem aparelhos de última geração, como os da marca TechnoGym, na sala de musculação (a mesma usada em jogos olímpicos), e as bikes Keiser, que não sobrecarregam as articulações dos joelhos. Oito instrutores orientam os alunos e se revezam ministrando as mais variadas aulas – de abdominais e spinning a muay thai, pilates e circuito funcional.


Juan Moreno Bianchi, 27 anos, formado em Direito e aluno do 2o ano de Design, se vale da conveniência para praticar esportes dentro do campus. Morador de São Bernardo, ele chega cedo à FAAP para evitar o trânsito e para fazer musculação. “O treino melhora muito minha concentração e meu rendimento”, conta Juan, que estuda de manhã e trabalha à tarde.


“Além disso, traz muitos benefícios estéticos e para a saúde”, completa. Diandra Ferraro, 22, é um exemplo disso. Aluna do 5o semestre de Engenharia de Produção, ela nunca havia praticado esportes por preguiça, até receber orientação do seu ortopedista para fazer musculação. Hoje, com mais fôlego e sem dores na coluna, Diandra se diz viciada nos treinos de musculação e nas aulas da academia. “Faz muito bem cuidar de si”, comemora. “Melhor ainda é poder fazer isso sem sair da faculdade.” Além da praticidade de malhar no próprio campus – e em uma academia com equipamentos de ponta –, os frequentadores contam ainda com outro grande atrativo: a mensalidade. Alunos, professores e funcionários pagam valores simbólicos, enquanto os ex-alunos contam também com um desconto.

VEM TREINAR
QUEM PODE FREQUENTAR_ alunos (colégio e faculdades), ex-alunos, professores e funcionários
HORÁRIO_ de segunda a sexta, das 6h30 às 22h30
ONDE FICA_ prédio 5, quarto andar

ALÉM DOS MUROS

“A gente tem aqui uma quadra maravilhosa e professores muito legais”, diz Letícia Detore, 15 anos, aluna do 1o ano do Colégio FAAP Ribeirão, que joga futsal. Aberto em julho de 2012, o ginásio poliesportivo tem padrão internacional – seu piso flexível de madeira garante menos impacto, isolamento térmico e acústico. Além de promover a prática de exercícios através das aulas de Educação Física e campeonatos, o Colégio patrocina o time amador de vôlei do Recrea (Clube Recreativa de Ribeirão Preto). “Queremos incentivar o esporte além dos muros da instituição”, diz Luiz Henrique Parigi, coordenador administrativo da FAAP Ribeirão.

ECO ADVENTURE: DESAFIO E ADRENALINA

Quatro dias de desafios. Equipes de quatro pessoas. Na competição, inspirada no programa No limite, da TV Globo, provas de corrida, mountain bike, canoagem, escalada e muito mais. Isso é o Eco Adventure, competição de corrida de aventura aberta a alunos e ex-alunos, organizada pela Academia FAAP desde 2000. O evento já recebeu 1.800 inscritos e desembarcou em países como Costa Rica (foto), Argentina, Chile e Uruguai. “O maior objetivo do Eco Adventure é criar laços entre as pessoas através do esporte e motivá-las a buscar e enfrentar desafios”, diz a organizadora Adriana Ozzetti.


Foi em um desses eventos que o ex-aluno Marco Rossini descobriu sua paixão pela modalidade. Tanto que se profissionalizou como atleta. A ex-aluna de Administração de Empresas Amanda Russo, 26, também seguiu no esporte motivada pelas participações na competição. Ela tornou-se triatleta e hoje concilia o esporte com a gestão de sua empresa. “Depois de formada, continuei indo ao Eco para competir e encontrar os amigos que fiz lá ”, conta. “No Eco, você viaja para a lugares incríveis e testa seus limites. São recordações que levamos para a vida toda”, completa Nicholas Theo Schley, 23, aluno de Arquitetura que já participou de duas edições da prova.

CORRENDO PELO MUNDO

Marco Rossini, 30 anos, ex-aluno de Administração, participou do Eco Adventure em 2006, em Bariloche, e não parou mais – se tornou até atleta profissional. Saiba mais sobre sua trajetória.


Como foi a sua primeira experiência no Eco Adventure?
Nunca tinha feito algo do gênero antes. Sempre nadei, surfei, joguei futebol. Mas, quando cruzei a linha de chegada, eu mal podia falar de tão exausto e pela emoção de ter terminado a prova. Me apaixonei pelo esporte e não parei mais.

Como se tornou um atleta profissional?
Vim para San Diego em 2010 fazer uma pós-graduação e acabei ficando. Aqui comecei a levar o esporte mais a sério. Me juntei ao grupo de triathlon Breakaway Training, liderado por um brasileiro. Foquei ao máximo em desenvolver meu condicionamento e, em 2011, entrei para uma das melhores equipes de aventura dos EUA, onde aprendi muito. Hoje, faço parte da equipe espanhola Columbia Oncosec, número 1 do ranking mundial de corridas de aventura. Além de competir, tenho uma produtora de vídeo e fotos – juntei minhas grandes paixões, vídeos e esporte. Produzi, inclusive, um documentário sobre uma corrida de aventura no Paraguai.

O que acha da iniciativa da FAAP com o Eco Adventure?
Acho incrível a faculdade utilizar o esporte como forma de interação social e até mesmo como desenvolvimento de aspectos presentes no meio corporativo, como trabalho em equipe, liderança, gerenciamento de risco, treinamento, comunicação, logística, entre outros.

Qual é a sua história de superação mais marcante em provas?
Em junho de 2015, quase morri em uma etapa no Alasca após cair em uma fenda glaciar. Graças aos meus companheiros consegui ser resgatado e o pior foi evitado. Outro fato marcante foi o mundial realizado no Pantanal, em novembro. Saímos para uma etapa que esperávamos fazer em 14 horas – mas fizemos em 55. Ficamos sem comida por muitas horas e quase desistimos. A corrida de aventura é muito parecida com a nossa vida. Quando você cai, se perde ou se machuca, tem duas opções: a primeira – e mais fácil – é desistir e aceitar o fracasso. A segunda é levantar, aprender com o erro, dar a volta por cima e seguir em frente.

A GRANDE JOGADA DE PEPÊ

Pedro da Costa Lima deu suas primeiras tacadas de golfe aos 7 anos. Mas sua paixão tomou forma durante o curso de Engenharia Civil na FAAP. Em 2008, quando foi estudar na Georgia College State Universtity através do programa de intercâmbio da Fundação, ele viu de perto a organização e a competitividade da liga de golfe universitária americana. Voltou ao Brasil com o sonho de realizar o mesmo. Levou a ideia à direção da faculdade, que abraçou o desafio. “A FAAP foi fundamental para o desenvolvimento do circuito universitário de golfe. Além de apoiar o time, deu credibilidade para que outras faculdades participassem”, lembra Pepê, como é conhecido. Em 2011 foi realizado o primeiro torneio do Circuito FAAP de Golfe Universitário. Desde então, o FAAP Golf Team, formado por alunos e ex-alunos faapianos, como Pepê, segue participando de campeonatos.

Aos 27 anos, Pepê coleciona várias vitórias em sua trajetória: ele já foi atleta número 1 do Estado de São Paulo e do Brasil, segundo a Federação Paulista e Confederação Brasileira de Golfe. “Esse ano quero continuar jogando, conciliando ao máximo o golfe com a minha profissão de engenheiro”, diz Pepê, que já acumulou por um período essas funções com a de professor na FAAP. “No futuro, quero poder voltar à sala de aula para ajudar a formar bons engenheiros. Quero estar sempre perto da FAAP.”