Quando se é jovem, entender que a vida universitária não é um fim em si mesmo parece algo impossível

Sou professor da FAAP por mais de uma década e, caso precisasse resumir aquilo que mais ouvi de meus alunos, certamente seriam duas perguntas: “o que eu devo fazer?” e “como consigo dar conta de tudo?”. Há subjacente a elas uma consciência de que os quatro anos da graduação não são suficientes para que se aprenda tudo, para que todos os instrumentos necessários para o mundo do mercado sejam conquistados. Existem tantas coisas para saber e tão pouco tempo para conhecê-las… Quando se é jovem, entender que a vida universitária não é um fim em si mesmo parece algo impossível. Os quatro anos de uma graduação, ao contrário, revelam-se um espaço de ensaio, de teste contínuo dos limites e potencialidades com os quais, no futuro, os estudantes devem aprender a conviver. Iniciar um estágio, construir um portfólio sólido, tornar-se um estudante qualificado ou iniciar uma pesquisa, de caráter acadêmico, sob a supervisão de um professor são algumas das oportunidades que a FAAP oferece aos seus alunos durante a graduação. Se eu estivesse ainda com meus 18 anos, creiam-me, experimentaria todas.

João Carlos Guedes da Fonseca é professor e coordenador de Iniciação Científica do curso de Comunicação e Marketing