Tem a ideia de um projeto social para implementar no campus? O FAAP Social pode ajudar você a desenvolvê-lo

Criado em 2003, o FAAP Social nasceu para centralizar e planejar todos os projetos sociais que já eram realizados na casa. Foi assim que a Fundação ganhou um calendário próprio, recheado de ações fixas, como campanhas de doação de sangue e de agasalho, inclusão cultural no MAB e o Trote Solidário, que já fazem parte da rotina do campus. “Ao longo dos anos, outros programas foram sendo incorporados, como a criação de hortas comunitárias em instituições carentes, para celebrar o Dia Nacional do Voluntariado, por exemplo”, explica Andrea Sendulsky, coordenadora do departamento. E a ideia é expandir cada vez mais. “Estamos sempre abertos a criar novos projetos. A gente gosta muito quando nos procuram com uma ideia e, quando tem nosso perfil, não medimos esforços para tirá-la do papel”, diz. Conheça histórias que o FAAP Social ajudou a escrever e mande suas ideias para o faapsocial@faap.br.

Reaproveitamento
A ideia surgiu nos laboratórios do curso de Arquitetura e Urbanismo: desenvolver uma nova matéria-prima para ser usada em construções, a partir da reutilização de espirais de caderno. “Como era um projeto que trabalhava a consciência ambiental, nós realizamos uma campanha de divulgação no campus para arrecadar o material. E deu certo”, lembra Andrea.

Alerta ligado
Há dois anos, o Instituto Akatu procurou o FAAP Social para divulgar a sua campanha 
de consumo consciente da água. Uma série de instalações foi espalhada pelo campus. Bebedouros extras, por exemplo, foram desligados e ganharam cartazes de alerta sobre a crise hídrica. “Esse contato externo é muito importante para o nosso trabalho. Foi uma parceria bacana”, diz Andrea.

Em debate
O FAAP Social, inspirado em um debate realizado por alunos de Cinema com estudantes do Ensino Médio, decidiu promover também uma discussão sobre a questão dos refugiados em escolas públicas. Uma professora de Relações Internacionais da FAAP conversou com os alunos sobre diferenças culturais e preconceito. “A experiência com os alunos de Comunicação tinha sido tão legal que decidimos ampliar e criar novas ações. Foi uma discussão muito rica”, conta Andrea.